Meu desejo é que as pessoas “tomem”, degustem, apreciem, mastiguem todas as pílulas do seu blog. Não por essas palavras serem uma verdade absoluta, mas por serem suas verdades.
Sempre acreditei que escrever é um pouco de vender a alma, e vender barato, porque você está sujeito as opiniões boas e ruins dos outros, não é para qualquer um.
Uma pessoa entra, olha, comenta sobre algo que é a sua verdade. E depois de tudo, de todas as observações e comentários, você ainda permanece ali, como um livro, que é só abrir e ler novamente.
Desejo muita pílula...
Não aqueles anticoncepcionais, que não deixa as mulheres engravidarem. Desejo que as pessoas engravidem as ideias, todas as vezes que lerem seu blog.
Desejo a pílula do dia seguinte. Claro, porque não? Em que elas, as palavras, façam efeitos hoje e logo depois que amanheça.
Desejo festa, pirulito, pí(r)ula...
Escrevi isso para um amigo, um dia, há um tempo atrás!
Jamille C, Dias
Um comentário:
pq vc não me avisou q tinha postado isso? adorei. especialmente os efeitos q as palavras concretas provocam. vc pode segurá-las se quiser, mesmo q elas, no plano palpável, não existam. são invenções provocadas pelas pílulas. a gente lê (eu mesmo, inclusive) e a gente recria a circunstância a partir do lirismo sugerido. e digo, eu mesmo, pq sei q a realidade é mais crua, mas meu modo de ver e viver o mundo é muito singular. como na pílula da bússola, a mais atual, em q digo q prefiro a serenidade, a crença no futuro, mesmo q ele comece hoje! bjos.
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