quinta-feira, 28 de maio de 2009

Meu chamado


Lembro uma vez que fui num retiro com uma amiga e a pergunta, assim que chegamos, era: “qual é seu ministério?” E eu toda sem graça respondia: nenhum, porque era verdade eu não faço nada, não toco, não prego, nem limpar o banheiro eu limpo. Só era alguém que humildemente queria lavar os pés do mestre. E as pessoas insistiam qual é o seu chamado? Você vai para Índia ou África? E eu novamente dizia não Deus não falou nada comigo.

E ai era uma vez uma menina que tinha três desejos...

Adorar.
Sim, este sem dúvidas é o meu maior chamado. E elas não entendiam que eu o meu chamado era somente para adorar. Mas não era uma simples adoração, era adoração que liberta que transforma aquela em Espírito e em verdade. E te garanto, encontra alguém que adore em Espírito e em verdade é mais difícil do que ir para África e é por isso Ele procura adoradores. E eu estava aprendendo a adorar... Estava aprendendo o meu chamado.

Servir. Sempre tive em mente que servi é o chamado de todos. Ninguém pode fazer algo em Cristo Jesus pensando apenas em si mesmo. O que sempre me inquietou era o fato de mesmo estando na igreja tem pessoas que olham apenas para o seu umbigo esquece o irmão que está ao lado. Mas ele era homossexual, ela era garota de programa, a outra está na janela da igreja olhando para o mundo, preste a cair, e qual é o nosso papel mostra para todos que a pessoa caiu da janela ou ir lá e ajudar levantá-la? O lugar onde Deus te colocou não foi na favela do Rio de Janeiro, não foi na África, não fói na Índia, Ele te colocou na sua faculdade, na sua igreja, na sua casa, Ele te deu amigos, pessoas para você cuidar, para você amar. Onde você está Ele não quer te dar muito trabalho. Nós perdemos a oportunidade de servi todas as vezes que passamos cinco horas sentadas numa sala de aula com uma pessoa e nunca falamos de Jesus para ela, nos deixamos de servi todas as vezes que vamos ao salão, ao futebol, ao cinema, em qualquer lugar onde tem pessoas que precisam ser servidas. Servidas de amor, de carinho de cuidado, e mesmo que as palavras lhe faltem, o teu olhar vai te entregar, o teu brilho não te deixa mentir.

Discípular. Sempre quando penso em discipulado me lembro do meu Pastor sentado numa cadeira e me explicando a Bíblia, por outro lado me lembro desse mesmo Pastor numa mesa de um restaurante almoçando comigo e me contando a vida dele, as coisas de Deus na vida dele. Me apaixonei pelo segundo discipulado, esse tipo de discipulado mexe comigo. Andar, amar, almoçar, sair, conversar, juntos. Sabe o medo de que um dia lhe falte palavras para falar de Jesus, no discipulado não existe isso, você fala através da sua vida, isso me encanta, e naquela mesa do restaurando almoçando e sem querer dei um sorriso e disse: “Esse é o verdadeiro discipulado”. E sempre quando nós saímos para conversar sobre a vida uma vozinha me lembra: “Vamos para mais um discipulado”. Isso não ocorre só quando saimos com o Pastor, pois um olhar de uma criança na rua, é um discipulado. E eu entendi que esse andar junto, amar e amizade é o verdadeiro discipulado. É olhar para o outro e contar como Deus tem sido bom e fiel com você, mostrar as suas fraquezas e está sempre com o outro mesmo que distante.

Então como eu disse, no retiro eu não tinha nenhum chamado grande, mas esses pequenos: de adorar, servir e discípular; esses sem dúvidas ardem, pegam fogo, aqui dentro.
Para Ele, aquele abraço.

domingo, 24 de maio de 2009

O amor



Sempre me taxaram, no colégio, no trabalho, na faculdade, na igreja, em todo lugar, que eu sou uma menina madura, forte, decidida, que sabe o que quer. E mesmo as pessoas que mal me conhecem falam isso. Sou mesmo, tudo isso. Mais quando o assunto é o amor eu me transformo de uma adulta responsável em uma criança que é dependente desse sentimento. Há muito tempo queria escrever sobre ele, mas sempre me faltaram palavras e coragem. Por ser algo tão lindo tenho medo de não colocar palavras à altura. Por também ser algo simples e eu tentar falar de coisas complexas, o que fugiria do foco, aquele amor simples e puro. Então eu vou apresentar a vocês o que eu penso do amor.
Amor é a segurança, é o carinho, é a proteção, cuidado, amor que ama sem esperar nada em troca. Amor é dependência. Sim, dependência de tudo isso ai citado acima. Amor que brinca que sorri, amor de esperança, amor que reconhece o perfume. Amor que quer está sempre por perto, que sempre quer surpreender, que está lado a lado, vendo a espinha do rosto crescer, querendo andar juntos, querendo amar juntos.
O amor ele é estranho, quando se ama, existe a dor. Porque existe lagrimas quando se ama? A saudade é continua, é como olhar para um rosto indo embora no trem que nunca mais vai volta, mesmo ele estando ao nosso lado. Porque quando se ama a segurança é insegura. A liberdade é presa. A confiança desconfia.
Hoje eu entendo I Coríntios 13 “tudo sofre, tudo crê, tudo espera”. Sofre ao ponto de não se completar, mesmo amando existi lacunas. Esperar o tempo certo, a hora certa, o momento exato. Mas esperar cada segundo quando se ama é uma eternidade. É difícil esperar. Acreditar quando se ama, é fácil. Crer é fácil. Mais sofrer dói. Machuca, arde. Porque o amor é tão lindo e ao mesmo tempo tão dolorido.
Tem uma música que fala justamente do amor puro, simples e com dificuldade.

Eu tinha uma casinha no Sertão
Uma bicicleta no portão
O fogão a lenha esquentando o coração
E lá fora um fusca esperando nós dois

Se hoje eu pudesse te pedir
Fica aqui, cuida de mim

As estrelas eu olhava do meu quarto
E na sala o chão molhado
Da goteira do telhado
Era a água que regava o Nosso Amor


A casinha no sertão mostra a simplicidade. Mostra que o amor é simples, não precisa de muita coisa, apenas de dois corações desprendidos. O fogão lenha esquentando o coração relata que a simplicidade não era o problema era justamente a solução, esquentava o coração. Nesse amor a pessoa pedia para cuidar dela, era provavelmente uma pessoa na multidão que sentia falta de uma só pessoa. Alguém especial, que talvez nem tivesse um nome especifico ainda, mas que mesmo assim já fazia falta. A goteira do telhado era a dificuldade, era a dor, era o sofrimento, era o que machucava, mas isso era o que regava o amor. Alguém disse pena não me lembrar quem que “se amar fosse solução contra a dor, o desapontamento, a espera, a paciência e o sacrifício — não se diria que o amor tudo sofre, tudo crê e tudo suporta.” É preciso amar de fato, não por um instante, mas até o fim. E é porque isso que eu gosto tanto dessa música pois a dificuldade não era o problema ela regava o amor, ela fazia o amor crescer.
Algumas vezes eu tenho uma vontade imensa de agradecer as pessoas que vivem comigo, as pessoas que me abençoa com um sorriso, um olhar, com um abraço. Sou grata a essas pessoas. Existe dentro de mim um amor não declarado. Algo aqui dentro que é quieto e silencioso. Mas que ama verdadeiramente.
Então, eu sou apaixonada pelo amor, sempre fui e sempre serei. Gosto dele, mesmo algumas vezes sentindo umas agulhinhas pinicando meu coração, existe outros momentos em que ele me completa e o meu sorriso é por esses momentos.
Para Ele, aquele abraço.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Na alegria e na tristeza...


Esse é o voto que se faz quando alguém se casa. Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. O grande problema é que quando estamos na tristeza, na doença e quando amor parece não mais existir esquecemos-nos desse voto. Voto que não é feito apenas no casamento, mas também na amizade, no namoro, no convívio com as pessoas. Mesmo sendo difícil acreditar no sentimento e lutar por ele, o voto diz na alegria e na tristeza.
Sempre quando me lembro desse voto me recordo de Adão e Eva. “Por isso o Senhor Deus expulsou o homem do jardim do Éden” Gn 3;23 Adão e Eva estão passando pelo pior momento de suas vidas eles tinha sido expulsos do paraíso, tinha sido expulso da presença de Deus, não existe castigo pior. Era o deserto da vida deles. Era o momento mais difícil, era o momento oportuno para o final da relação, para eles brigarem, pois como Adão fala, Eva foi à culpada por tudo, então era o momento dele se revoltar, pois a culpa era toda dela. Era o momento exato para abrir mão de pessoas, de relacionamentos, de amigos, dos pais, abrirem mão de sentimentos. E se eles fizessem isso entederíamos, pois o pior já havia acontecido, eles tinham sido expulsos da graça de Deus.
“E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um varão.” Gn 4;1
O que ocorre é que Adão e Eva nos surpreendem acabados de serem expulsos do paraíso a bíblia diz que Adão conheceu Eva. Então quer dizer que ele não a conhecia? Não, ela já conhecia, mas era algo natural, era um casamento de 20 anos, era uma amizade de 5 anos, era tudo normal, não tinha brigas, não tinha desentendimento, não havia nada de ruim, mas Adão não conhecia Eva. Talvez seja porque o amor é uma prova de fogo. Talvez seja porque a amizade é uma prova de fogo, talvez seja que o casamento é uma prova de fogo, que o namoro é uma prova de fogo, que educar filhos é uma prova de fogo. Que arde, que dói, que passa pelo pior e permanece firme.
E assim a bíblia conta que Adão conheceu Eva. Acredito que nesse momento Eva chorava por ver tudo aquilo acontecendo, mas Adão nunca tinha visto Eva chorar, e assim ele viu sinceridade que ele nunca tinha conhecido humildade por ter errado, viu a alma daquela mulher. Logo depois a bíblia diz que Eva concebeu. Eu acredito que o momento mais feliz de um casamento e o nascimento do primeiro filho. Mas como pode eles ter um filho, sendo que a tristeza era constante naquele lugar fora da presença de Deus? Como pode alguém dar frutos depois de um deserto como aquele? Mas isso aconteceu e Caim nasceu. Ensinando-nos que mesmo Adão decepcionado com Eva, mesmo eles errando, mesmo eles chateados um com o outro, eles entenderam que um voto de aliança é para sempre. Mesmo com o casamento na ruína, mesmo que aquela pessoa que você gosta tanto que você decidiu acreditar nela, um dia você vai colher os frutos, tenha por certo isso.
E a expulsão representa um erro, uma falha, um desvio no caminho. Acredito que não há nada pior do que ser expulso do paraíso, mas mesmo assim Adão e Eva permaneceram juntos. Nas dificuldades, nas lutas, na tristeza, na doença, na falta de dinheiro, na humilhação. Eles nos ensinam que uma aliança não pode ser quebrada por um momento de deserto, que uma aliança tem que dar frutos.
Nesse caso o deserto era a expulsão do paraíso, mas quando desertos nos vivemos todos os dias, e pensamos em desistir de pessoas, de amigos, de lideres. Mas Adão conheceu Eva no momento de deserto e nesse mesmo momento eles deram fruto.
Adão não desistiu de Eva. E Eva não desistiu de Adão.

Não podemos desistir das pessoas... Elas são preciosas.



Para Ele, aquele abraço.
Nota de Esclarecimento:
"E assim a bíblia conta que Adão conheceu Eva. Acredito que nesse momento Eva chorava por ver tudo aquilo acontecendo, mas Adão nunca tinha visto Eva chorar, e assim ele viu sinceridade que ele nunca tinha conhecido humildade por ter errado, viu a alma daquela mulher."
O texto mostra que Adão conheceu Eva mas o conhecer da bíblia, tendo com base a hermenêutica, tem sentido de relações sexuais, o que Adão e Eva nunca tinha tido antes. O "conhecer" do texto quer dizer conhecer sentimentos, amor e tristeza, sorrisos e lágrimas. O texto explora o conhecer no seu sentido literal. Entretanto deixando claro o conhecimento sobre o contexto da história de Adão.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Por que eu?


Em alguns momentos eu me pergunto por que eu? Por que por mim? Por que Ele fez tudo isso para me salvar? Por que Ele me escolheu para viver esse amor tão lindo perto Dele? Fazer parte da história Dele e marcar essa geração com o amor que Ele me ensina todos os dias? Por que logo uma pecadora, uma pessoa que tem fluxo de sangue, porque alguém que é cego, porque uma pessoa que é cheia de lepra, que é paralítica?
Eu tenho certeza que Ele não precisa de mim, certeza absoluta. Para mim é uma honra ser escolhida por Ele para falar desse amor que transforma vidas. Porque se eu não falasse o rio gritaria, se eu não contasse meu testemunho às estrelas continuariam a brilhar, porque se eu não mostrasse esse amor o sol nasceria mesmo assim. Se eu não abrir minha boca o mundo barafustaria: “Existe um Deus”. Ele não precisa de mim para nada, eu tenho a honra de ser serva dele, de comer das migalhas do pão que cai da mesa que Ele se senta. Falar desse amor que transcende todo o entendimento para mim é um privilegio. Acredito que é o maior presente que Deus nós deu. Falar da sua graça, uma graça que chega a ser sem lógica. Um amor que eu não entendo. Por que eu?
Será que não tinha alguém melhor para Deus morrer numa Cruz não? Será que não tinha alguém com menos falhas, alguém mais parecido com Ele, alguém mais bonito, mais legal, mais inteligente, mais qualquer coisa? Sofrer tudo aquilo, sofrer uma morte tão dolorida, não pela dor carnal, mas pela dor no coração, pela humilhação, precisava de um motivo melhor do que esse.
Eu tenho vergonha de não ser um motivo justo. Tenho vergonha de não ser uma filha ao alcance desse amor sem explicação. Amor que eu não entendo. Por que Ele me escolheu falar desse amor sendo que o mundo poderia se manifestar de formas lindas? Por que logo alguém cheio de feridas? A graça Dele é inacreditável, eu fico impressionada. Por que eu?

Termino com a seguinte frase:
“Quando os homens não pregam, os anjos pregam.”
Para Ele, aquele abraço.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Para você Maria...




Era uma vez...
Um menino chamado Emanuel que morava no interior de uma cidade, sua casa era simples de telhado de palha e ele dormia na rede. Logo pela manhã ele acordava com o barulho do martelo, seu pai trabalhando. O melhor marceneiro da cidade era seu pai José um homem que sempre fazia o que era direito e justo. No final do dia quando terminava de fazer as mesas, cadeiras e armários, sobrava um pedaço de madeira e ele fazia um carrinho para o menino ir brincar com os amigos.
O menino por sua vez ia para rua brincar e com o sorriso radiante do seu novo brinquedo mostrava para os amigos, mesmo sendo algo simples, mais para ele era o melhor e mais bonito brinquedo.
Quando o menino chegava em casa, muito sujo depois de brincar até tarde, sua mãe Maria lhe esperava com a toalha na mão. Maria era uma mulher de um caráter impressionante, não era uma mulher formada em alguma renomada universidade, nem uma mulher muito elegante, de posses, mais era uma mulher temente a Deus, disponível, que não sabia muito falar mais suas atitudes de mulher e mãe impressionava as pessoas. Maria era uma grande teóloga e não sabia. Ela sempre conversava com Deus antes tudo, era uma mulher linda e virtuosa que fazia o possível para educar o menino nos caminhos bons. Sempre dizia a Deus: “Senhor, faz em mim e em minha casa segundo tua palavra”.
O menino tinha Maria sua mãe como exemplo dentro de casa, sendo ele submisso, honrando e respeitando-a, guardando os seus conselhos, cresceu sendo um bom homem, temente a Deus e com um caráter admirável. Na adolescência ele falava do amor de Deus aos mestres e as pessoas ficavam impressionadas com a autoridade de um menino tão jovem. Mas não era de se impressionar, pois ele tinha um espelho dentro da sua própria casa, sua mãe Maria.
Quando o menino ficou mais velho Maria o levou numa festa de aniversario, e assim que chegou lá Maria percebeu que o refrigerante tinha acabado e falou para o menino: “Filho, o refrigerante acabou” Porém o menino respondeu não é chegado o meu tempo. Mesmo assim Maria disse aos amigos do menino faz o que ele mandar, pois ela sabia que o seu filho era obediente, porque ele tinha um livro com uma capa preta que ele nunca desgrudava que dizia: ouve o ensino de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. Porque será diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço. Ele seguia aquele livro a risca. O menino disse aos seus amigos que estavam com ele na festa: “esta vendo aqueles potes ali: encham de água”. Como o menino era temente a Deus, a água tinha sido transformada em refrigerante. Deus tinha derramado do céu o pozinho dentro dos potes de pedra o que faz a água se transforma em no melhor refrigerante.
Paráfrase Jo 2:1-12
O menino tinha participado do primeiro milagre que Deus tinha feito através da vida dele, porque obedeceu a sua mãe. No livro da capa preta tinha outra frase que ele usava muito: Honra o teu pai e a tua mãe para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. Era o primeiro conselho do livro que tinha uma promessa e por isso ele obedecia verdadeiramente esse conselho. O que não era difícil tendo em casa um espelho para seguir.
Maria era prudente, amava seu marido, amava seu filho, era moderada, boa dona de casa, sujeita a seu marido. Ela era uma boa esposa, uma pedra preciosa. Ela sempre costurava fazendo roupas para Jose e seu filho. Ela se levantava de madrugada para preparar a comida para a família. Maria era esforçada, forte e trabalhadora. Ela ajudava os pobres e necessitados. Respeitada não tinha medo do futuro, ela nunca tinha preguiça e sempre cuidava da família. O seu filho a respeitava e falava bem dela, o seu marido José a elogiava e dizia: “Muitas mulheres são boas esposas, mas você é a melhor de todas”.
Paráfrase Pv 31:10-30
O menino cresceu seguindo os ensinamentos da sua Mãe e do seu Pai, mesmo sendo de uma família humilde, ele pertencia à melhor família, pois tinha uma mãe que o educou nos caminhos certos, uma verdadeira mulher de Deus.
Fim...


Maria foi um exemplo de mulher de Deus, mulher que ensina o filho onde deve andar. A verdadeira mulher virtuosa. Alguém que Deus escolheu para ser mãe do seu filho, não é qualquer pessoa, por isso grande é a minha admiração e meu respeito por ela.

Para todas as mães e para você Maria.
Feliz dia das Mães, sábia e virtuosa é pouco para o que vocês são!


Para Ele, aquele abraço.