Romeu,
Esqueça o machismo, coloque mais água no feijão, flores nos vasos e fronhas limpas nos travesseiros.
Abra as janelas e tire a poeira dos porta retratos.
Engula o choro, dê o braço a torcer, vista uma camisa que eu possa arrancar com os dentes.
Talvez eu te traga um presente. Talvez não traga nada.
Finja que daqui para a frente, as coisas serão diferentes.
Prepare um café forte, um poeminha raso e abra os braços. Eu tô voltando.
Julieta.
Um comentário:
Agradeço por você ter publicado uma das frases do meu poema Mude:
"Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as."
Te convido a conhecer o poema todo, já usado no comercial da Fiat, feito pela Leo Burnett.
Tem no blog.
Abraços,
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