
Uma igreja sem paredes sempre foi o meu sonho. Comparando a igreja a uma construção as paredes impedem de ver o outro lado do muro. Os tijolos tiram a visão do que é preciso ver. A poeira ofusca o que necessita ser concertado. Quem chega na obra observa que a construção não está correta, tem muros de mais, divisões para todos lados, a poeira tomando conta do ambiente. E a luz que poderia clarear não ainda está instalada.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de ver das pessoas que estão do lado de dentro, talvez elas começassem a ver as pessoas que passam fome na calçada da igreja, as pessoas que não tem o que vestir nas esquinas, as pessoas que morrem a cada minuto por falta de pão, de esperança, de amor.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de escutar os gritos de dor das pessoas que não tem dinheiro para comprar o remédio, de escutar os gritos das crianças sem o leite para beber, de escutar os gritos dos velhos com lagrimas nos olhos por ver a situação das crianças nas ruas.
Uma igreja sem paredes possibilitaria a humanização das pessoas que nela se encontra. Não havendo diferenças entre as pessoas, pois não há paredes, nem muros que dividem classes. Talvez com uma igreja sem paredes exista o amor verdadeiro que há muito tempo deixou de existir. Não um amor social que comove, que faz a política crescer, que suborna, não um amor persuasivo. Mas um amor sem interesse, amor que protege, amor que apenas ama.
Uma igreja sem paredes é o próprio mundo. É verdadeiramente seguir o “ide por todo mundo e pregai o evangelho”, pois não podemos esperar que todas as pessoas vão ver uma placa bonita, um som legal, as pessoas bem arrumas e vão entrar. Elas não vão, pessoas com fome não entram, pessoas doentes não saem dos hospitais e vão, as pessoas que realmente precisam geralmente não tem forças para entrar num lugar onde tudo é “perfeito, lindo e maravilhoso” e elas são apenas “problemas” ali dentro.
Uma igreja sem paredes é meu sonho. Uma igreja mais humana, sem políticas. Uma igreja que ama o próximo. Uma igreja que tenha a placa: proibida a entrada de pessoas perfeitas.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de ver das pessoas que estão do lado de dentro, talvez elas começassem a ver as pessoas que passam fome na calçada da igreja, as pessoas que não tem o que vestir nas esquinas, as pessoas que morrem a cada minuto por falta de pão, de esperança, de amor.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de escutar os gritos de dor das pessoas que não tem dinheiro para comprar o remédio, de escutar os gritos das crianças sem o leite para beber, de escutar os gritos dos velhos com lagrimas nos olhos por ver a situação das crianças nas ruas.
Uma igreja sem paredes possibilitaria a humanização das pessoas que nela se encontra. Não havendo diferenças entre as pessoas, pois não há paredes, nem muros que dividem classes. Talvez com uma igreja sem paredes exista o amor verdadeiro que há muito tempo deixou de existir. Não um amor social que comove, que faz a política crescer, que suborna, não um amor persuasivo. Mas um amor sem interesse, amor que protege, amor que apenas ama.
Uma igreja sem paredes é o próprio mundo. É verdadeiramente seguir o “ide por todo mundo e pregai o evangelho”, pois não podemos esperar que todas as pessoas vão ver uma placa bonita, um som legal, as pessoas bem arrumas e vão entrar. Elas não vão, pessoas com fome não entram, pessoas doentes não saem dos hospitais e vão, as pessoas que realmente precisam geralmente não tem forças para entrar num lugar onde tudo é “perfeito, lindo e maravilhoso” e elas são apenas “problemas” ali dentro.
Uma igreja sem paredes é meu sonho. Uma igreja mais humana, sem políticas. Uma igreja que ama o próximo. Uma igreja que tenha a placa: proibida a entrada de pessoas perfeitas.
Igreja são pessoas, não paredes.
Para Ele, aquele abraço.
Para Ele, aquele abraço.
2 comentários:
o texto ficou muito bom..
mas vale ressaltar, uma igreja sem falsidade e hipocrisia!
beijo Jam.
Infelizmente, essa Igreja sem paredes tem desaparecido dia após dia...essa é a Igreja invisível, tão desinteressante para muitos, pois não está nos outdoors, não faz propagandas nas ruas: não tem outro "dono" além de Cristo. Essa Igreja não "se veste como gente grande", não tem "louvor de gente grande"...
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