quarta-feira, 1 de junho de 2011


Na guerra, é assim... Às vezes não dar para voltar, para socorrer quem a gente ama!

sábado, 28 de maio de 2011

Para Marco Antonio.


Sempre acreditei no amor. Mas, não em qualquer amor. Acreditei, e continuo tentando acreditar, naquele amor incondicional. Não sei se você me entende, mas é um tipo de amor, que se um dia você acordar e não quiser mais me amar, continuarei te amando, pelo que você representou em mim.
Guardo bem guardado, esse sentimento. Existem algumas pessoas que tenho tanto amor que cheguei estragar nossa relação. E hoje, é muito incondicional, se elas estão por perto ou longe. Se ainda me amam ou não, pouco importa. Parece até absurdo isso tudo, mas não é... Não para mim. Gosto delas por quem foram em minha vida, pelo que fizeram, ou até aquelas que nada fizeram. Pelo simples fato de existirem. Pelo sorriso, pelo abraço. Parece um pouco idiota... É pode ser. Mas, é assim que sinto.
Ainda acredito nesse amor, por senti esse amor. O amor que tenho pelos outros, por pessoas que acabei de conhecer, um compromisso com alguém que falei apenas duas frases.
Tenho amigos que falo todos os dias, e você é um deles. Mas, tenho outros que demoro seis meses para abraçar, e esses estão presentes todos os dias, assim como você.
Tenho amigos que eram muitos mais que amigos antes, e hoje simplesmente os vejo e falo. Mas, os amo como aqueles que me ligam e me perguntam o que eu almocei no dia.
Eu confio no amor que sinto. Confio também na frase de Martha Medeiros em que ela é muito feliz ao dizer: “É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.”
Há quem diga que isso seja muito intenso, mas é meu. Bem particular. É a típica personalidade de uma leonina.
Outro trecho que eu destaquei e guardarei desse texto de Martha que você me enviou foi: “não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido.” Não existe assunto proibido. É isso. Essa é chave. É você se sentir nu quando as palavras saírem pela boca e mesmo assim não ter vergonha de mostrar o que você pensa, o que você vê, ouve... e fala.
Eu te amo não diz tudo mesmo. E como eu disse no começo, amo muitas pessoas e ainda não disse isso a elas, ainda.
Aqui, agora, escutando Maria Bethânia, sei que há muitas pessoas que nunca direi, há outras que direi e há tantas outras que, para elas, pouco importa o que eu sinto.
Isso é a vida. Mas, não é por isso, que eu vou deixar de acreditar naquele “Eu te amo” dito debaixo do cobertor em noite de muito frio...

Jamille C, Dias

quarta-feira, 25 de maio de 2011


Talvez isso seja amor. Talvez não.
Seja lá o que for, é incondicional.

(Fernanda Young)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Meu problema não é o whisky que embiagra,

nem o cigarro que vicia,

nem mesmo qualquer outro que você pensa...

Meu problema é você.

Agora seja a solução.


Jamille C, Dias

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Eu vejo isso:


Eu vejo multidão. Eu vejo prédios, vejo relógios, vejo falta de tempo. Vejo reuniões, vejo contratos, vejo responsabilidades, vejo cidade grande, vejo futuro. E também vejo a solidão. A quietude. Vejo a sobra. Vejo o filme, vejo a Tv. E também vejo a Veja. Vejo as crianças no parque. Vejo livros nas prateleiras do meu quarto. Vejo a mesmice e a espontaneidade de um sorriso. Vejo tantas coisas e guardo tantas outras. Assim vejo o mundo.


http://www.voceveoque.com.br/

sábado, 21 de maio de 2011

"A melhor de todas as coisas é aprender. O dinheiro pode ser perdido ou roubado, a saúde e força podem falhar, mas o que você dedicou à sua mente é seu para sempre. "
( Louis L.Amour )

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Madura Idade

Madura: Frutas completamente desenvolvidas.

Idade: Tempo transcorrido desde o nascimento.

Madura idade: Quando você para de se culpar, para de culpar o outro, e percebe que não existem culpados.


Jamille C, Dias

"A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa.
- Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma.
Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos,
os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!"


O Pequeno Príncipe

domingo, 8 de maio de 2011

GOTA



É perder você mesmo ao se olhar no espelho.

É ter que encontrar um novo você.

Ainda mais forte e ainda mais preparado.

A mudança sempre é interna e secreta, é menos exterior possível.
Tudo que se mostra é uma gota da tempestade que está lá dentro. Só uma gota.


Jamille C, Dias

O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso.

O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro.

Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividados por vinte anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito.

Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.

O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos para enfeitar ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.

O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir.

O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se estrumbica. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim de slogans e estatísticas. Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto que o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem-dotados e cobra caro pelo seu tempo.

Mãe é de graça.

Martha Medeiros