segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Deus, vamos fazer um trato?

Twittadas!

"Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra não me entregar
As loucuras que me levam até você"

'Às vezes, eu prefiro não sentir nada. É melhor. É mais fácil.'

'explicação. Nenhuma isso requer."

"E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar; Tou me guardando pra quando o carnaval chegar"

'Ser você mesmo em um mundo que está constantemente tentando fazer de você outra coisa é a maior realização.' Ralph Emerson

"Eu quero fazer silêncio; Um silêncio tão doente do vizinho reclamar"

"Não se afobe, não Que nada é pra já"

"O nosso amor é tão bom; O horário é que nunca combina"

"Sabe o que eu quero de verdade? Jamais perder a sensibilidade, mesmo que às vezes ela arranhe um pouco a alma." Clarice Lispector

"escolher o sujo ou o mal lavado"

"O que será que será; Que dá dentro da gente e que não devia"

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Amor em 4 atos - Ela faz Cinema



Quando se trata de algo realmente bom, algo que salva a rede Globo, paro em frente a televisão e fico vidrada. Roteiro feito com base nas composições de Chico Buarque, essa mini-serie realmente me fez exergar que nem tudo está perdido quando se trata da televisão brasileira.

"O que agente procura não é o que agente procura, é o que agente encontra."

Curiosidade: A composição "Construção" foi escrita na época da ditadura e todos os versos terminam em proparoxitona.


Ela faz Cinema

O episódio ‘Ela faz Cinema’ tem direção e roteiro de Tadeu Jungle e Estela Renner e é inspirado nas músicas ‘Ela faz Cinema’ e ‘Construção’.

Letícia é uma cineasta caótica e romântica que vive o sonho de finalizar o seu primeiro videoclipe, mas não consegue se concentrar na edição por conta de uma obra que acontece no apartamento vizinho. Quando a cineasta decide reclamar do barulho ela conhece Antônio, pedreiro que está trabalhando na reforma. Na mesma hora a raiva desaparece e os dois acabam se encantando. Letícia não conta para Antônio que tem um noivo e Antônio não conta para Letícia que não é o dono do apartamento, mas a sintonia entre os dois é algo indiscutível.

"E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido"
Construção - Chico Buarque

"Ela faz cinema
Ela é a tal
Sei que ela pode ser mil
Mas não existe outra igual"
Ela faz cinema - Chico Buarque


Sobre as séries


Letra e música de canções do Chico Buarque inspiraram os quatro episódios da microssérie. As letras de “As Vitrines”, “Construção”, “Folhetim”, “Ela faz cinema” e “Mil Perdões” estão, de alguma maneira, nos capítulos do programa, seja como base da história musicada pelo compositor, seja como tema, cenário, clima ou trilha sonora.

A direção-geral da microssérie é de Roberto Talma, com direção de Tande Bressane, Tadeu Jungle e Bruno Barreto. Antonia Pellegrino, Marcio Alemão Delgado, Estela Renner e Tadeu Jungle assinam os roteiros.

Jamille C, Dias

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011


"A Morte, o Sexo e o Dinheiro a todos nivelam." Jamille C, Dias


Inspiração da frase de
Valéria Valério.

Desde o primeiro momento.


Gosto do jeito que você chega;
Arrancando frases, poesias, páginas dentro de mim;
Desde o primeiro dia;

Palavras de uma amiga:

Viver em Portugal é “a maneira mais perto de estar longe”.

"Criação" (entre aspas) Publicitária

A propaganda virou escrava do “novo”, só que o novo com a internet não existe.

Por que será que quase dez entre cada dez porcarias que vemos na propaganda foram submetidas aos consumidores em ambiente de teste e aprovadas com louvor? Porque, simplesmente, é dito o que todos já sabem, do jeito que todos já conhecem.

A boa propaganda é aquela que rentabiliza a exposição porque toca de cara, quase à primeira vista. E toca porque devolve-nos, através do estilo, o original, e não o “novo”.

Fernand Alphen

A verdade nua e crua.

Somos todos de reputação duvidosa, somos todos uma obra por fazer, isso basta para dizer que somos todos inexistentes. Existimos cada vez menos. Essa maluquice chamada modernidade só fez roubar o nosso direito de existir. Coisificamos a vida, e demos vida para as coisas.
(...)
Somos produtos em série. O mesmo tênis, a mesma roupa, o mesmo carro, as mesmas nuances desfilando nas ruas das futilidades. Reproduzimos comportamentos fugazes e medianos, reproduzimos o que é patético. O elogio da inexistência é um atestado da nossa incompetência enquanto seres humanos.

Ivan Cordeiro

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nem mesmo o rigor de muitas coisas.


Certas belezas são definidas de tal maneira mística e específica que nem mesmo o rigor de tempo é capaz de apaga-las.
Nando Reis