
Esses dias me peguei olhando para esse blog e notei que ele está com uma cara de adolescente de treze anos apaixonada.
Vamos mudar isso agora.
Vamos bater um papo sobre coisas sérias... Tema de hoje: O Sistema capitalista na economia, na publicidade e na teologia, minhas três grandes paixões. Ah, não, eu apaixonada por economia, não isso está errado. Minhas duas grandes paixões, vamos deixar economia de fora disso.
A verdade é que eu tenho me encantado dia após dia com a economia. A publicidade me raptou logo cedo, então não tive como escapar. E a teologia é algo que grita um pouco dentro de mim, minhas curiosidades, minhas interrogações, enfim... É por aí.
O grande problema é que a economia, a publicidade e a teologia caminham juntas e separadas, existe um paradoxo sem fim entre elas. Mas, vamos à adiante...
A economia consiste na produção, distribuição e consumo de bens e serviços, ela tem o papel de alocar os recursos limitados distribuindo a necessidades ilimitadas. Também tem o papel de fazer com que a economia gire, seria como se o governo só investisse naquela praça do bairro porque ele precisa fazer com que a moeda circule, sendo assim, gastando com cimento o funcionário da loja de cimento recebe o salário e gasta no mercado do bairro, com isso a economia gira e todos ficam felizes. Lógico que a economia é mais que isso. Mas no fim das contas, é só isso. O governo gasta, não porque a praça precisa de uma boa reforma, ele gasta porque precisa que o funcionário da loja de cimento compre pão na padaria da esquina. É basicamente isso. Vendo um exemplo solto é complicado de entender, mas vamos olhar para todos os empreendimentos milionários do governo. Todo esse dinheiro vai para o bolso da população de uma forma indireta além de beneficiar com uma boa infra estrutura, quando é feita. Lógico que também não podemos deixar de falar sobre a corrupção, ela vem também dessas obras gigantescas. Gastasse na prática 200mil para reformar uma praça, mas para um governador, não sei por que, é 500mil. É o Brasil, meu povo. É por aí.
Outra abordagem sobre a economia pensando em outro assunto: os cinco maiores distribuidores de armas são os EUA, o Reino Unido, a França, a Rússia e a Alemanha, que são também as cinco potências mundiais, as cinco bases nucleares mais importantes e os cinco países que mais e melhores serviços humanitários prestam. Ou seja, estes grandes produzem as armas, contribuindo para o clima de guerra, e depois vão auxiliar os países pelos quais as distribuíram. Acho que há que repensar algumas coisas importantes. É assim que se ganha, que nos tornamos grandes? A atirar o outro às cobras e depois indo lá buscá-lo, débil e fragilizado, fazendo-nos de heróis da pátria? É o mundo, meu povo. É por aí.






