"Sabe quando a nossa correntinha de ouro se enrola...
Não adianta a gente querer desenrolar tudo de vez;
o melhor é sentar com calma e ir por partes. "
Tati Meira
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Moda

Gastamos a vida.
Nascemos e começamos a morrer.
A vida é como uma roupa nova.
Você ganha e vai usando...
Você escolhe os lugares onde deve ir,
Se realmente combina, se não.
Em que caminhos querem gastar a roupa
Que um dia vai ficar velha e
vão ter que jogar fora.
Com quem vai usar esta roupa nova?
Vale-se a pena usar está roupa agora?
A vida é uma escola.
Eu diria que é uma escola de moda.
Com colete, com cachecol, xadrez
Ou quadriculado, estampado,
Até florido...
Flores? Sim, pelo caminho...
Pela estrada.
(...)
A vida é uma escola de moda.
É bonita, comprei ontem.

É como se eu não fosse dessa cidade, desse mundo, desse planeta. E mesmo eu sendo tímida, sem coragem, mesmo eu sabendo que sou eu de verdade, sabendo todos meus princípios, que ninguém me ensinou, mas que eu adquirir vendo os outros serem educados, bons, simpáticos, legais.
Eu estou em outro lugar, todas as pessoas não me conhecem, na verdade ninguém nunca parou para perguntar meu nome. Talvez se você falar as características elas sabem... Mas o nome, a verdadeira identidade eles não conhecem. E ainda bem que não conhecem porque elas gostam da minha capa. Gostam da maquiagem que eu uso, gostam das roupas, gostam do meu jeito de ser, ou que pareço ser, gostam do perfume, da voz.
Às vezes eu fico com medo de dizer meu nome... E se elas descobrem que eu realmente sou. Se elas descobrem os meus pensamentos, as coisas que eu acho delas... E se por acaso elas descobrem minha verdadeira identidade.
Eu preciso ser outra pessoa para continuar com eles. E eu não sou está pessoa. Não mesmo. Eu não preciso manter está postura... Está mesma postura. Eu penso diferente.
Eu penso diferente de tudo isso aí... Mas ninguém nunca quis saber meu nome...
Nem meus conceitos.
Só olham para a capa e a capa agrada. Sempre agrada. É bonita, comprei ontem.
“É como se eu fosse um texto, em que você só leu o primeiro parágrafo, ou apenas o título, ou até mesmo simplesmente ignorou por não gostar da ortografia do escritor”
Eu estou em outro lugar, todas as pessoas não me conhecem, na verdade ninguém nunca parou para perguntar meu nome. Talvez se você falar as características elas sabem... Mas o nome, a verdadeira identidade eles não conhecem. E ainda bem que não conhecem porque elas gostam da minha capa. Gostam da maquiagem que eu uso, gostam das roupas, gostam do meu jeito de ser, ou que pareço ser, gostam do perfume, da voz.
Às vezes eu fico com medo de dizer meu nome... E se elas descobrem que eu realmente sou. Se elas descobrem os meus pensamentos, as coisas que eu acho delas... E se por acaso elas descobrem minha verdadeira identidade.
Eu preciso ser outra pessoa para continuar com eles. E eu não sou está pessoa. Não mesmo. Eu não preciso manter está postura... Está mesma postura. Eu penso diferente.
Eu penso diferente de tudo isso aí... Mas ninguém nunca quis saber meu nome...
Nem meus conceitos.
Só olham para a capa e a capa agrada. Sempre agrada. É bonita, comprei ontem.
“É como se eu fosse um texto, em que você só leu o primeiro parágrafo, ou apenas o título, ou até mesmo simplesmente ignorou por não gostar da ortografia do escritor”
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Assim, estou orando, mesmo sem saber como orar. Descanso, mesmo quando me sinto impaciente; tenho paz quando estou sendo tentado; sinto-me seguro em meio à ansiedade; cercado de uma nuvem de luz, mesmo quando estou no meio das trevas; em amor, enquanto ainda tenho dúvidas.
(Extraído de The Road to Daybreak — Estrada para a paz )
(Extraído de The Road to Daybreak — Estrada para a paz )
quinta-feira, 13 de maio de 2010
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