I not gave you my best,
We do not have time for that.
But I live, I dream
I will make someone happy, very happy.
And who knows I will be happy.
If one day in the future if you remember me
You can dream ...
You can even find someone to take to Smiling alone, as
I did.
But when you realize that everything is agreed was in the past.
Because if you do not know
And anyone living in past. Nobody.
Now I'm getting happy, More happy,
I will follow this path,
because those who showed me It was you,
I'll be fine, fine.
Do not worry about me, I'll be fine.
Because if you do not know
Nobody lives in past. Nobody.
And I would not be different.
Have people who care me
People who want to have my well They want me smile ...
And I will follow this path ...
It was you who showed me.
Because if you do not know
And anyone living in past. Nobody.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
A new chance to dream.
Chance of someone taking care of me
To fight for me.
And if that someone is you ...
I do not care, Because now
I want you!
You will be my best surprise
Because only you can heal me
Can I do single and happy
And if you say that you will never leave me
Where do you want me to go, I will ...
I follow your steps,
With you I will ...
For that new love, I will.
I follow your steps.
Dia do Amigo
Anjos
Dia do amigo...
Tem pessoas que tem uma amiga – amiga. É aquela que é amiga, pode está longe, não conversar todos os dias, mas é aquela que se eu pudesse almoçaria com ela todos os dias, assistiria Coração de Estudante repetida vezes, sem problema algum. E não me cansaria de escutar mil vezes “É só tocar essa balada de swing inabalável”. É aquela que mesmo sendo humana nunca vai deixar de ser o melhor espelho. Aquela que me entende, que me reclama, que me da bronca, mas é aquela que me ama e as reclamações são provas de tamanho amor.
Tem também amiga-colega. É aquela que era colega e se transformou em amiga. Que era amiga e se transformou em irmã. Irmã, não tenho dúvidas. Não está presente, está longe, sinto saudades, saudades das broncas: Jam, estuda! Minha amiga irmã. Mesmo longe, nunca vai deixar de ser minha amiga. Porque por ela eu vou a pé do rio a salvador. Ela é nome da minha saudade. Uma amiga com o coração de mãe.
Tem aquela que é eu lutei para ganhar sua confiança e até hoje não sei se conseguir. Ela é leal. Isso para mim basta! Mesmo longe, longe, por não saber como voltar para casa, mas ela nunca vai deixar de ser a amiga-que é, mas do que uma amiga. E por vezes eu estive um pouco atrasada, mas espero que ainda de tempo de dizer que andei errada. É por isso que eu espero que ainda de tempo. Porque ela é uma amiga-mais que amiga. É uma amiga por dentro. Que não precisa de muita publicidade o lugar dela sempre foi e será o mesmo.
Tem amigo que é amigo. E ele sabe que é meu amigo. Porque só com ele eu voltei para casa da UESB a pé, só para gente conversa. Ele sabe que ele tem o seu lugar. Ele sabe que pode confiar. Que pode contar.
Tem amigo que é primo. Ah, ele sem dúvidas é meu amigo. Amigo para sempre. Primo. Não tem muito que falar, agente sente isso basta!
Tem amigo que é irmão. Crescemos juntos, aprendemos junto, e amizade continua e vai continuar...
Tem já umas que são misteriosas, não falam muito, ficam caladinha. Mas quando abre a boca, sai dó maior. Não precisa te ligar para contar que o menino do lado a paquerou, mas se um dia de encontrar senta na cama e te contar tudo até os detalhes como se aquilo estivesse acontecido ontem. Tem pessoas que precisam ir para África fazer missões e mostrar o “seu cristianismo”, ela não precisa sair do lugar. E por isso eu admiro, eu me encanto. Essa é amiga-misteriosa.
Tem umas que dão um trabalho só, mas vale a pena todo o trabalho. Vale a pena, sempre vale a pena. E quando você se ocupa muito num determinado trabalho e ele acaba, você meia que não tem mais o que fazer. O papel seu na história acabou. Essa é parte triste. Mas independentemente eu estou aqui. Pronta para qualquer novo trabalho, mesmo que seja ficar debaixo da coberta te beliscando. Ou mesmo se nunca mais tiver um trabalho para mim, o que eu espero que aconteça, eu estou aqui, sempre... Só para lhe ouvir, para lhe abraçar, para cuidar de você. Mesmo sabendo que quem cuida aqui é você!
“Deus muitas vezes se faz invisível, mas com esses amigos eu sinto como se Deus estivesse do meu lado a cada momento”.
Dia do amigo...
Tem pessoas que tem uma amiga – amiga. É aquela que é amiga, pode está longe, não conversar todos os dias, mas é aquela que se eu pudesse almoçaria com ela todos os dias, assistiria Coração de Estudante repetida vezes, sem problema algum. E não me cansaria de escutar mil vezes “É só tocar essa balada de swing inabalável”. É aquela que mesmo sendo humana nunca vai deixar de ser o melhor espelho. Aquela que me entende, que me reclama, que me da bronca, mas é aquela que me ama e as reclamações são provas de tamanho amor.
Tem também amiga-colega. É aquela que era colega e se transformou em amiga. Que era amiga e se transformou em irmã. Irmã, não tenho dúvidas. Não está presente, está longe, sinto saudades, saudades das broncas: Jam, estuda! Minha amiga irmã. Mesmo longe, nunca vai deixar de ser minha amiga. Porque por ela eu vou a pé do rio a salvador. Ela é nome da minha saudade. Uma amiga com o coração de mãe.
Tem aquela que é eu lutei para ganhar sua confiança e até hoje não sei se conseguir. Ela é leal. Isso para mim basta! Mesmo longe, longe, por não saber como voltar para casa, mas ela nunca vai deixar de ser a amiga-que é, mas do que uma amiga. E por vezes eu estive um pouco atrasada, mas espero que ainda de tempo de dizer que andei errada. É por isso que eu espero que ainda de tempo. Porque ela é uma amiga-mais que amiga. É uma amiga por dentro. Que não precisa de muita publicidade o lugar dela sempre foi e será o mesmo.
Tem amigo que é amigo. E ele sabe que é meu amigo. Porque só com ele eu voltei para casa da UESB a pé, só para gente conversa. Ele sabe que ele tem o seu lugar. Ele sabe que pode confiar. Que pode contar.
Tem amigo que é primo. Ah, ele sem dúvidas é meu amigo. Amigo para sempre. Primo. Não tem muito que falar, agente sente isso basta!
Tem amigo que é irmão. Crescemos juntos, aprendemos junto, e amizade continua e vai continuar...
Tem já umas que são misteriosas, não falam muito, ficam caladinha. Mas quando abre a boca, sai dó maior. Não precisa te ligar para contar que o menino do lado a paquerou, mas se um dia de encontrar senta na cama e te contar tudo até os detalhes como se aquilo estivesse acontecido ontem. Tem pessoas que precisam ir para África fazer missões e mostrar o “seu cristianismo”, ela não precisa sair do lugar. E por isso eu admiro, eu me encanto. Essa é amiga-misteriosa.
Tem umas que dão um trabalho só, mas vale a pena todo o trabalho. Vale a pena, sempre vale a pena. E quando você se ocupa muito num determinado trabalho e ele acaba, você meia que não tem mais o que fazer. O papel seu na história acabou. Essa é parte triste. Mas independentemente eu estou aqui. Pronta para qualquer novo trabalho, mesmo que seja ficar debaixo da coberta te beliscando. Ou mesmo se nunca mais tiver um trabalho para mim, o que eu espero que aconteça, eu estou aqui, sempre... Só para lhe ouvir, para lhe abraçar, para cuidar de você. Mesmo sabendo que quem cuida aqui é você!
“Deus muitas vezes se faz invisível, mas com esses amigos eu sinto como se Deus estivesse do meu lado a cada momento”.
Para Ele e todos meus amigos, aquele abraço.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Sem paredes e sem muros...

Uma igreja sem paredes sempre foi o meu sonho. Comparando a igreja a uma construção as paredes impedem de ver o outro lado do muro. Os tijolos tiram a visão do que é preciso ver. A poeira ofusca o que necessita ser concertado. Quem chega na obra observa que a construção não está correta, tem muros de mais, divisões para todos lados, a poeira tomando conta do ambiente. E a luz que poderia clarear não ainda está instalada.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de ver das pessoas que estão do lado de dentro, talvez elas começassem a ver as pessoas que passam fome na calçada da igreja, as pessoas que não tem o que vestir nas esquinas, as pessoas que morrem a cada minuto por falta de pão, de esperança, de amor.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de escutar os gritos de dor das pessoas que não tem dinheiro para comprar o remédio, de escutar os gritos das crianças sem o leite para beber, de escutar os gritos dos velhos com lagrimas nos olhos por ver a situação das crianças nas ruas.
Uma igreja sem paredes possibilitaria a humanização das pessoas que nela se encontra. Não havendo diferenças entre as pessoas, pois não há paredes, nem muros que dividem classes. Talvez com uma igreja sem paredes exista o amor verdadeiro que há muito tempo deixou de existir. Não um amor social que comove, que faz a política crescer, que suborna, não um amor persuasivo. Mas um amor sem interesse, amor que protege, amor que apenas ama.
Uma igreja sem paredes é o próprio mundo. É verdadeiramente seguir o “ide por todo mundo e pregai o evangelho”, pois não podemos esperar que todas as pessoas vão ver uma placa bonita, um som legal, as pessoas bem arrumas e vão entrar. Elas não vão, pessoas com fome não entram, pessoas doentes não saem dos hospitais e vão, as pessoas que realmente precisam geralmente não tem forças para entrar num lugar onde tudo é “perfeito, lindo e maravilhoso” e elas são apenas “problemas” ali dentro.
Uma igreja sem paredes é meu sonho. Uma igreja mais humana, sem políticas. Uma igreja que ama o próximo. Uma igreja que tenha a placa: proibida a entrada de pessoas perfeitas.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de ver das pessoas que estão do lado de dentro, talvez elas começassem a ver as pessoas que passam fome na calçada da igreja, as pessoas que não tem o que vestir nas esquinas, as pessoas que morrem a cada minuto por falta de pão, de esperança, de amor.
Uma igreja sem paredes mudaria o modo de escutar os gritos de dor das pessoas que não tem dinheiro para comprar o remédio, de escutar os gritos das crianças sem o leite para beber, de escutar os gritos dos velhos com lagrimas nos olhos por ver a situação das crianças nas ruas.
Uma igreja sem paredes possibilitaria a humanização das pessoas que nela se encontra. Não havendo diferenças entre as pessoas, pois não há paredes, nem muros que dividem classes. Talvez com uma igreja sem paredes exista o amor verdadeiro que há muito tempo deixou de existir. Não um amor social que comove, que faz a política crescer, que suborna, não um amor persuasivo. Mas um amor sem interesse, amor que protege, amor que apenas ama.
Uma igreja sem paredes é o próprio mundo. É verdadeiramente seguir o “ide por todo mundo e pregai o evangelho”, pois não podemos esperar que todas as pessoas vão ver uma placa bonita, um som legal, as pessoas bem arrumas e vão entrar. Elas não vão, pessoas com fome não entram, pessoas doentes não saem dos hospitais e vão, as pessoas que realmente precisam geralmente não tem forças para entrar num lugar onde tudo é “perfeito, lindo e maravilhoso” e elas são apenas “problemas” ali dentro.
Uma igreja sem paredes é meu sonho. Uma igreja mais humana, sem políticas. Uma igreja que ama o próximo. Uma igreja que tenha a placa: proibida a entrada de pessoas perfeitas.
Igreja são pessoas, não paredes.
Para Ele, aquele abraço.
Para Ele, aquele abraço.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Liberdade
"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." A verdade não liberta. No entanto o conhecimento da verdade, ele sim, é o grande libertador. Pois só o conhecimento da verdade transforma, a verdade sozinha é morta. Esse tal conhecimento liberta ao ponto de esclarecer quem é esse Deus que todos falam que todos escutam que todos seguem.Contudo a falta desse conhecimento provoca o erro. “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” Errar pecando, afinal somos todos pecadores, mas o pior pecador é aquele que peca consciente. Consciente não por dizer: estou pecando porque quero, mas consciente por conhecer as escrituras, e muitas vezes, conhecer bem as escrituras, e continuar no mesmo erro. E eu me pergunto ele pode até conhecer as escrituras, já o poder de Deus?
Essa pergunta me indaga, porque pessoas com anos de “crente” continuam no mesmo erro. Poderia ser até novos erros, mas os mesmos de sempre. Onde estão os templos do Espírito Santo? Pessoas que perguntamos: você conhece o poder de Deus? E não sabe responder.
Elas conhecem a palavra de Deus, estudam, lêem, decora. Mas o maior estudioso, teólogo, pastor, apostolo, presbítero, MBA, doutor em teologia ele pode pregar sobre as escrituras, pois ele as conhece muito bem, no entanto se não conhecer o poder de Deus, o poder que transforma vidas, muda conceitos, limpa corações, era melhor ele ser apenas servo e deixar as nominações em baixo do tapete, porque servo que é servo aprende com o seu Senhor pelas atitudes do dia-a-dia. (Uma mãe não precisa dizer para o filho: Filho seja honesto. Basta ela ser honesta.) Eles, os tais doutores da lei, se prendem as tais nominações e deixa o conhecimento que liberta a quilômetros.
Eu gosto da liberdade, o grande problema é quando você quer voar e as pessoas fecham à gaiola. “Você é muito pequeno ainda não pode voar; ou então não deixam o passarinho voar porque ele pode conhecer um lugar melhor; ou por ele ser um pássaro que tem um canto lindo, e outras pessoas o aprisionar”.
Por isso e muitas coisas que eu não citei a melhor e verdadeira liberdade é aquela que mora dentro das pessoas. Aquela que dança, que pula, que chora, que brinca, que ajuda, que ama...
Essa sim é a melhor liberdade!
Para Ele, aquele abraço.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Nova Vida
Há muito tempo eu precisava tomar um novo rumo, uma nova direção em minha vida. Esse momento chegou! Não é questão de entregar o velho, até porque o velho me fez quem sou hoje. É uma questão de mudança no percurso. Novos objetivos. Sinto-me hoje uma adolescente que precisa decidir que curso fazer no vestibular, uma decisão séria, que muda sua vida, que muda seu futuro, que define seus planejamentos pessoais.
Preciso organizar minha vida, está tudo uma bagunça. Preciso arruma a casa e dessa vez tirar essa ação do verbo e fazer dela uma AÇÃO de verdade. Cansei de ensinar a todos limpar a casa e quando olho para minha está uma bagunça. Preciso de um novo começo, um novo percurso. Uma casa nova, pois a velha está com as paredes sujas, os copos quebrados, tudo fora do lugar, não vou dizer que é impossível reconstruir, mas é bem mais fácil comprar uma nova onde tudo já está lugar, no seu perfeito estado.
Tem momentos em que minha vontade era fazer uma limpeza na casa velha, era tirar tudo para fora limpar, lavar, esfregar. Sacudir os tapetes, tirar a poeira dos livros. No entanto não desfazer de nada, afinal é tudo que eu construir no decorrer dos anos. É tudo que eu formei com as próprias mãos. Pois minha casa é bonita, tudo bem que o jardim tem um tempo que eu não rego, tudo bem que as flores estão quase morrendo, tudo bem que o quintal está imundo. Mas eu tenho forças para recomeçar, forças não me faltam, nunca me faltaram, o que me falta é um bom motivo, uma boa desculpa, um bom pretexto.
Outros momentos penso que mais fácil do que fazer a comida, preparar o feijão, arroz, fritar a carne, é ligar e pedir a comida pronta num restaurante legal da cidade. Tudo bem que a comida não vai ter o aquele tempero, tudo bem que não vai ter aquele carinho de você mesma fazer tudo. Tudo bem... Mas chega rápido, tudo pronto em suas mãos, nada de sujeiras, nem bagunças.
Na verdade dentro de mim, grita: “hein, eu quero aquele escondidinho que você faz que é uma delicia” e eu poderia até fazer, mas para eu comer sozinha que graça tem? Sem um bom motivo, uma boa desculpa, um bom pretexto, nada tem graça. E por isso muitas vezes nós não arrumamos a casa, não colocamos as coisas no lugar, nos não gritamos coisas que estas entaladas, há um tempo, no nosso pescoço. Pois falta um bom motivo. E por vezes ligamos e pedimos tudo pronto. Sem trabalho nenhum. Simplesmente mudamos de casa, mesmo sentindo falta do nosso travesseiro, que é único. E sempre será!
Quero sim uma nova vida. Mas também quero saber se vale à pena arrumar a minha casa, ou se é melhor mudar para outra casa onde tudo já está pronto no seu devido lugar. O que me faltava é um bom motivo, uma boa desculpa, um bom pretexto, mas esse eu já encontrei.
Para Ele, aquele abraço.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
As borboletas

Um cliente culto uma vez me disse que era capaz de enfrentar um leão, mas morria de medo das borboletas. E eu me perguntava: Quais os riscos que uma borboleta produz? Ai descobrir, ninguém se apaixona por um leão, já pelas borboletas ele poderia encantar seus olhos com sua beleza e se tornar refém dela. Talvez esse fosse o medo, ter coragem para enfrentar o mundo e todos os seus gigantes, mas se tornar refém de uma simples borboleta.
Eita é o São João, çô!
Então, desde criançinha, todos os anos em minha casa faz um forró, todos soltam bombinhas, tomam licor, enfeitam a casa de bandeirolas, acendem a fogueira e o forró pega fogo. Eu sempre amei, adoro a comunhão da minha família, que sempre se reúne em todas as datas comemorativas. Minha família é bem festeira então não pode dar um feriado que o bolo está na mesa. Eu sempre curtir tudo isso, até hoje, confesso.
As pessoas têm certo preconceito sobre a festa de São João. Mas na verdade a festa nunca foi para São João, pois ele nunca veio para a festa. A festa era para nós mesmo da família, todas as crianças acediam às bombinhas, não para São João, já que nem conhecia, mais apenas para brincar. Na verdade a desculpa era São João, mas toda a festa era só para reunir a família.
Eu sempre dancei quadrilha, minha mãe nunca me proibiu, pois ela sabia que aquilo tudo não era para ninguém, nem em homenagem a ninguém, era apenas para eu me diverti.
Neste São João eu parei para pensar: “e quando eu tiver um filho, será que ele vai fazer tudo isso? Ou será que ele vai ser criado numa lei de crente, que São João é coisa do diabo.”
Hoje quando eu olho minhas primas brincando lá fora, na área da minha casa, com um brilho no olhar, todo mundo dançando, festejando, brincando, se animando, com a desculpa que é o São João. Eu penso: "que desculpa boa foi essa". Pois se não fosse o tal do São João, minhas primas não estariam na minha casa se alegrando. Meus pais não estariam na cozinha rindo, minha mãe preparando tudo para a noite ser fantástica, meus tios fazendo a fogueira e todo mundo arrumando a casa, pois hoje vai ter festa.
Eu gostaria de deixar claro, a minha opinião sobre festas oferecidas. Não sou a favor. Mas eu penso que a tradição, quando não quebra o caráter, a honestidade, o respeito, o amor, a bondade, a paz, a tranqüilidade não tem porque parar de fazer. Afinal, ninguém mexe em time que está ganhando.
Também queria deixar claro, que estou analisando a minha família fazendo festa junina, não a festa no geral, pois não estou lá fora, talvez devesse para saber o que ocorre desse mundo, mas não estou, então não posso opinar. Sei apenas que existe um só intermediador entre Deus e o homem.
O São João na minha casa sempre foi uma festa feliz, e por isso eu não entendo porque não fazer a festa de São João. Que para mim poderia ter qualquer outro nome, festa da fogueira, festa da bandeirola, festa do forró, ou até o Mio de Deus. O que eu acho é que não pode deixar de ter é a festa. Afinal, ela traz alegria, alegria verdadeira. Independente do nome e do que as pessoas fazem dela.
Eu gosto do São João. A pena é que as pessoas perdem de ser feliz e se sentir um pouco criança, sentir liberdade, sentir inocência, por ver careta onde não tem.
Então Feliz São João para vocês, tenho certeza que uma hora dessas Jesus estava numa festa transformando a água em vinho, pois Ele amava a comunhão.
Para Ele, aquele abraço!
sábado, 20 de junho de 2009
Grita Pai

Senhor, nunca precisei tanto da sua voz,
nunca precisei tanto do seu carinho, da sua atenção.
Pai GRITA!
Grita até eu entender o amor que está dentro de Ti.
Grita até eu compreender tudo o que o Senhor quer que eu faça.
Grita ao ponto que eu nunca se esqueça o som da Tua voz.
Grita Pai.
Ou então sussurra, eu só preciso ouvir Teu coração.
Ou então fica em silêncio, mas faz chover ao ponto
da chuva bater na janela do meu quarto, e eu saber que é meu Papai.
Fica em silêncio, mas que a cachoeira faça um som lindo com as quedas d’águas.
Faz silêncio, mas quando eu acordar que um pássaro venha me visitar.
Grita Pai.
Eu preciso escutar voz...
Grita Pai. Grita.
nunca precisei tanto do seu carinho, da sua atenção.
Pai GRITA!
Grita até eu entender o amor que está dentro de Ti.
Grita até eu compreender tudo o que o Senhor quer que eu faça.
Grita ao ponto que eu nunca se esqueça o som da Tua voz.
Grita Pai.
Ou então sussurra, eu só preciso ouvir Teu coração.
Ou então fica em silêncio, mas faz chover ao ponto
da chuva bater na janela do meu quarto, e eu saber que é meu Papai.
Fica em silêncio, mas que a cachoeira faça um som lindo com as quedas d’águas.
Faz silêncio, mas quando eu acordar que um pássaro venha me visitar.
Grita Pai.
Eu preciso escutar voz...
Grita Pai. Grita.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Servir e ouvir?
Em alguns momentos em que a voz de Deus parece não chegar aos meus ouvidos eu me pergunto: “é tempo de servir ou de ouvir?”. Todas as vezes que eu me sinto assim eu rapidamente me lembro de Maria e Marta, pois uma escolheu servir e a outra ouvir.
Fico com medo de ouvir de mais e servir de menos, ouvir, ouvir, ouvir e fazer que bom deixar para depois. Afinal melhor é ouvir sentadinha aos pés do mestre, sem trabalho algum, esperando tudo chegar as minhas mãos. Claro que existe a parte boa de ouvir, você aprende, e como o mestre diz: “Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. Quando você escuta, você aprende; você forma seu caráter, você cria opiniões, você amadurece; você cresce.
Já servir tem aquela história que a fé sem obras é morta, então não adianta escutar, escutar, escutar e não servir. É necessária sempre uma Marta em nosso caráter. Aquela que corre faz tudo, aquela que trabalho nos bastidores, aquela que não é a protagonista, que não é famosa, que não está em evidencia, mas se não fosse ela a casa estaria toda bagunçada. O que seria de uma escola sem uma secretaria. Ela não aparece, fica escondidinha, mas ela é o braço direito de tudo.
Marta é fundamental. Se não existisse Marta, Maria não poderia ficar aos pés do Mestre escutando os ensinamentos. Sem uma Marta não existe uma Maria. É por isso que na guerra casa soldado tem sua função. Trazendo para nossa realidade é necessário aprender com Marta e Maria os momentos que temos que ser como elas. Escutar e Servir. Acredito que Marta estava na cozinha cheia de vontade de está com Jesus, mas tinha os afazeres que eram necessários serem feitos.
Outra coisa que eu observo é que Jesus não chamou Maria para ficar com ele. Ela escolheu ouvir naquele momento. Maria poderia ter ido ajudar sua irmã na cozinha, mas ela foi esperta, sábia, uma oportunidade como aquela, o mestre estava na sua casa, ela não podia perder de aprender com Ele. Aprendo com Maria que precisamos ouvir a voz de Deus quando ele está na nossa casa disposto a nos ajudar. Pois Jesus falou com Maria, mas ser Marta estivesse na sala ela falaria com ela também.
Precisamos saber o momento que devemos ouvir e os momentos certos de servir. Se não servimos de mais ou escutamos de mais e não fazemos nada! É preciso ter equilibro. Pois não podemos perde a oportunidade de conversar com o Mestre quando Ele vem na nossa casa! No entanto não podemos estar de mãos vazias é preciso preparar o café. Por isso equilíbrio, minha gente.
Fico com medo de ouvir de mais e servir de menos, ouvir, ouvir, ouvir e fazer que bom deixar para depois. Afinal melhor é ouvir sentadinha aos pés do mestre, sem trabalho algum, esperando tudo chegar as minhas mãos. Claro que existe a parte boa de ouvir, você aprende, e como o mestre diz: “Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. Quando você escuta, você aprende; você forma seu caráter, você cria opiniões, você amadurece; você cresce.
Já servir tem aquela história que a fé sem obras é morta, então não adianta escutar, escutar, escutar e não servir. É necessária sempre uma Marta em nosso caráter. Aquela que corre faz tudo, aquela que trabalho nos bastidores, aquela que não é a protagonista, que não é famosa, que não está em evidencia, mas se não fosse ela a casa estaria toda bagunçada. O que seria de uma escola sem uma secretaria. Ela não aparece, fica escondidinha, mas ela é o braço direito de tudo.
Marta é fundamental. Se não existisse Marta, Maria não poderia ficar aos pés do Mestre escutando os ensinamentos. Sem uma Marta não existe uma Maria. É por isso que na guerra casa soldado tem sua função. Trazendo para nossa realidade é necessário aprender com Marta e Maria os momentos que temos que ser como elas. Escutar e Servir. Acredito que Marta estava na cozinha cheia de vontade de está com Jesus, mas tinha os afazeres que eram necessários serem feitos.
Outra coisa que eu observo é que Jesus não chamou Maria para ficar com ele. Ela escolheu ouvir naquele momento. Maria poderia ter ido ajudar sua irmã na cozinha, mas ela foi esperta, sábia, uma oportunidade como aquela, o mestre estava na sua casa, ela não podia perder de aprender com Ele. Aprendo com Maria que precisamos ouvir a voz de Deus quando ele está na nossa casa disposto a nos ajudar. Pois Jesus falou com Maria, mas ser Marta estivesse na sala ela falaria com ela também.
Precisamos saber o momento que devemos ouvir e os momentos certos de servir. Se não servimos de mais ou escutamos de mais e não fazemos nada! É preciso ter equilibro. Pois não podemos perde a oportunidade de conversar com o Mestre quando Ele vem na nossa casa! No entanto não podemos estar de mãos vazias é preciso preparar o café. Por isso equilíbrio, minha gente.
Para Ele, aquele abraço.
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